quarta-feira, 21 de junho de 2017

PENSAR NO CAOS 08/01/2013 23:58 “A cada dia, nasce dentro de mim o sentimento de revolta, algo que eu tenho que deixar ao meu aluno e com o profundo dever em alertá-lo: A revolução inicia nas mentes, precisamos mudar a consciência do escravo brasileiro, algo que nasce de uma necessidade, na maneira de pensar e que depois se reflete na forma de agir” (Marcello) Veja o link para entender o texto abaixo: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/01/04/morre-menina-baleada-na-noite-de-natal-no-rio-de-janeiro.htm Jamais gostaria de presenciar esta cena e a dor deste Pai. Algo me faz pensar na caoticidade do sistema brasileiro, onde a sociedade não consegue ter um desenvolvimento humano satisfatório e no limite da decência, não temos saída pacífica, precisamos lutar e vamos lutar. Acabei de ler a notícia e logo passei a ouvir a rádio Jovem Pan AM, onde um especialista da Universidade de São Paulo, setor que cuida especificamente da energia e abastecimento, afirma que o não só o atual governo como todos os anteriores, priorizam a divulgação de estatísticas do próprio governo e deixam de lado as soluções: O negócio é convencer os ignorantes. Em resumo, até o setor de abastecimento brasileiro está na U.T.I., tão logo observamos os “apagões” em toda parte do país, o que mereceria desconto considerável nas contas do cliente pagador. Todavia, jamais receberemos tal desconto e será cobrado a taxa normal e o intervalo de tempo dos “apagões” que chegam aos milhões de reais aos cofres das companhias de energias e nos bolsos de alguns políticos. Sabemos que o povo paga caro para receber a luz elétrica, e mais da metade são encargos aos cofres do governo. Dileto amigo, desculpe-me pela franqueza e honestidade, vivemos num país de filhos da puta, uma puta profana, vaca de várias tetas chamada Brasil. A grande vaca Brasil é a maior prostituta da nação e da corja política. Estive confrontando alguns professores certa vez, fato que sou aluno muito indagador e não fico com dúvidas, exijo respostas, enquadro o professor até as últimas consequências, não durmo em 171 furado do professorado, e assim obtive respostas evasivas e capengas como de costume. Diante de questões sobre Educação, a fome, a política e a transparência brasileira neste cenário, o professorado que eu questionei na Universidade Pública, parece sofrer de amnésia intelectual ou conivência, o vulgo “rabo preso” com o governo. É sim, é verdade, acreditem. Todos manifestam os discursos de inclusão social, discursos em respeito às alteridades, direitos do cidadão e da criança brasileira, sempre em afinidade a um Brasil viável do jeito que está caminhando. O absurdo é tão grande nessas respostas oferecidas pelos professores que, certo professor “cabeça branca” e de muitos anos de magistério e diplomações honoráveis, afirmou incondicionalmente que o Brasil será uma França no campo da educação em 2025. Quase sofri um colapso. O professor de sessenta anos aproximadamente, acenou a possibilidade e assim respondi prontamente: “Vamos marcar então, quem sabe o senhor viva até os oitenta e Eu aos mais de cinquenta, uma data em 2025 para confirmar o Brasil à moda francesa.” - Às favas, à merda esse encontro, não sou burro e tampouco trouxa em aceitar uma resposta tão primária: A França está anos-luz do Brasil, a contar da politização e mobilização de seu povo! Senti uma pontada no fígado: A França de Jean Jacques Rousseau, há mais de 300 anos atrás baseava a educação de seu povo de maneira profunda na estrutura social, ou seja, uma transformação em todos os níveis da sociedade, uma revolução armada, algo que iria mudar o poder da economia, da política, da ideologia de um povo! Caramba! - Enquanto as coisas foram conquistas na França e impostas à vontade do povo, o que fez ou faz atualmente o Brasil? Tudo que temos até hoje são Leis outorgadas, feitas por uma classe de prestígio e jamais pelo povo, cacete! porra! Será que o brasileiro não pensa nisso! Estamos na idade média e com roupas modernas, com Ipod,celular, computador, eletrônicos, porém, acéfalos! Jamais seremos uma França, jamais! Voltando ao pai indignado, arrasado, destruído, fodido em todos os sentidos e na possibilidade de perder seu bem maior, sua filha com uma bala alojada na cabeça, não vi nenhuma referência da presidência da merda brasileira em tecer um apoio (que não sejam palavras), não existe nenhum Sírio Libanês ou Albert Einstein para socorrer essa menina? Não tem. Nada tem. Sei lá, não tenho palavras para definir isso que ousamos, digo, ousamos chamar de pátria. Ainda encontramos no hino brasileiro, que esta é Pátria mãe gentil, Pátria amada Brasil... (Marcello Cipullo)

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